quinta-feira, 15 de novembro de 2012

"Tekken Tag Tournament 2"


"Tekken Tag Tournament 2" recebe sete novos personagens

A lista de lutadores de "Tekken Tag Tournament 2", que já não era pequena, aumentou. A Namco Bandai adicionou mais sete personagens jogáveis ao game de pancadaria.
Disponíveis por downlaod, os novos lutadores não tem nenhum custo adicional para o jogador.
As novas opções dos jogadores são Dr. Bosconovitch, Unknown, Violet, Ancient Ogre, Angel, Michelle Chang e Kunimitsu. Vale mencionar, os quatro últimos foram oferecidos como brindes para quem fez a compra antecipada do game.
"Tekken Tag Tournament 2" é sequência do título originalmente criado para fliperamas, com uma versão para PlayStation 2 lançada em 2000. A mecânica do novo game deve ser bem próxima a de seu antecessor, que permite ao jogador controlar uma dupla de lutadores alternadamente e trocá-los a qualquer momento da partida.Briga em dose dupla
Repleto de lutadores clássicos, o game terá o retorno de ícones da franquia como Jin Kazama, Jinpachi Mishima, Asuka Kazama, Marshall Law, Miguel e Heihachi Mishima.
Este último, aliás, retorna à trama de "Tekken Tag Tournament 2" em uma forma mais jovem que a vista em "Tekken 6". Já seu pai, Jinpachi Mishima, terá um visual aproximado ao de sua aparição na quinta edição do jogo.
"Tekken Tag Tournament 2" já está disponível para PS3 e Xbox 360. A versão para Wii U sai em 18/11.

VEJA A VIDEOANÁLISE DE "TEKKEN TAG TOURNAMENT 2"

Tutorial em vídeo da Konami


Tutorial em vídeo da Konami ensina a dar chapéu no "PES 2013"; veja

Algumas das principais novidades de "Pro Evolution Soccer 2013" foram a inclusão de novos dribles e ajustes nos controles para tornar fintas antigas mais práticas.
Para ajudar os fãs da série a aprenderem os comandos, a produtora Konami iniciou uma série de tutoriais em vídeo.
O primeiro mostra como aplicar os diversos tipos de chapéus em "PES 2013".
Confira o vídeo completo abaixo e depois deixe seu comentário sobre o game no espaço logo ao final da reportagem.
Renovação nos controles
A Konami afirma que "Pro Evolution Soccer 2013" foi construído a partir de três pilares principais: um novo sistema de controles e física, a individualidade dos jogadores e uma nova inteligência artificial.
Outro exemplo citado é uma "volta às raízes", que foi concretizada na forma de controle total sobre jogadores e domínio da bola. Outra grande novidade para o público nacional é a presença dos 20 times da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro, assim como os estádios do Morumbi e Vila Belmiro.
"Pro Evolution Soccer 2013" tem versões para PC, PlayStation 3,Xbox 360, Nintendo 3DS, PSP, PS2 e Wii. No Brasil, a narração do jogo continua à cargo de Silvio Luiz e Mauro Beting.

ASSISTA A VIDEOANÁLISE DE "PRO EVOLUTION SOCCER 2013"

Livro de "God of War"


Livro de "God of War" chegará ao Brasil em 23 de novembro


  • "God of War" detalha os eventos do primeiro jogo de Kratos
    "God of War" detalha os eventos do primeiro jogo de Kratos
A Editora Leya vai publicar no Brasil o livro "God of War", baseado no primeiro jogo da popular série de ação. Com 384 páginas e preço sugerido de R$ 29,90, o livro chegará ao país em 23 de novembro.
O romance escrito por Matthew Stover e Robert E. Vanderman, conta a história de Kratos, detalhando os eventos vistos no primeiro "God of War", desde o passado do guerreiro espartano até sua luta contra Ares, o Deus da Guerra.
Além do romance "God of War" e é claro, dos games, Kratos já estrelou uma minissérie em quadrinhos, do selo Wildstorm, publicada no Brasil pela editora Panini.
"Ascencion" também é o primeiro jogo da franquia "God of War" com uma modalidade multiplayer.Diferente do que se esperava, "God of War: Ascension" não será uma continuação direta de "God of War III", mas uma "prequel" contando a história de como Kratos se tornou servo de Ares, antigo deus da guerra na franquia.
Exclusivo para PlayStation 3, "God of War: Ascension" chegará às lojas em 12 de março de 2013.

UOL JOGOS TESTOU "GOD OF WAR: ASCENSION" NO BGS

Divisão de jogos da Sony


Divisão de jogos da Sony arrecadou US$ 29 milhões no 3º trimestre de 2012


  • Sony espera vender 16 milhões de PlayStation 3 e Playstation 2 até março de 2013
    Sony espera vender 16 milhões de PlayStation 3 e Playstation 2 até março de 2013
Em seu relatório fiscal mais recente, a Sony revelou que a divisão de games arrecadou 2,3 bilhões de ienes (US$ 29 milhões) no segundo trimestre do atual ano fiscal, entre julho e setembro.
De acordo com o documento, esse valor foi menor na comparação com o período anterior, onde os ganhos foram de 3 bilhões de ienes (US$ 37 milhões).
A compra de consoles também diminuiu no terceiro trimestre de 2012. Somados, 3,5 milhões de PlayStation 2 e PlayStation 3 foram vendidos (contra 4,9 milhões do mesmo período de 2011). A Sony espera vender 16 milhões de consoles no atual ano fiscal, que vai até março de 2013.
Já o número de venda dos portáteis, considerando PlayStation Vita e PSP, ficou em 1,6 milhões de unidades. Isso fez a Sony diminuir a projeção de saída dos videogames no fim do ano, passando de 16 milhões para 10 milhões de unidades.
As vendas de jogos mudam o panorama. No trimestre que encerrou em 30 de setembro as saídas de games para PlayStation 2 e PlayStation 3 foram de 41,4 milhões de unidades (40,2 milhões no mesmo período em 2011), enquanto no PSP e no PlayStation Vita o número foi de 8,7 milhões de unidades (8,2 milhões no ano anterior).
No geral, a Sony teve prejuízo de 15,5 bilhões de ienes (US$ 193 milhões) no terceiro trimestre. 

Prévia: Wasteland 2


Prévia: Wasteland 2

Esquecidos pelas grandes produtoras, certos gêneros 'antiquados' estão retornando aos games, com a ajuda dos fãs. Através de campanhas em sites como o Kickstarter, os estúdios descobriram que certos públicos estão dispostos a financiar o desenvolvimento de games que não seriam apostas fáceis das líderes do mercado.
Ao lado de "Double Fine Adventure", "Project Eterinity" e "Shadowrun Returns", "Wasteland 2" é um dos projetos que nasceram diretamente dos bolsos de seus fãs, carentes de ofertas em seu estilo.
  • Divulgação
    "Wasteland 2" retratará um mundo em pedaços, destruído por um conflito nuclear
Após o fim do mundo

APOIO DE QUEM ENTENDE

  • Divulgação
    Por ter recebido dos fãs em sua campanha no Kickstarter mais de US$ 2 milhões, a inXile anunciou que a Obsidian Entertainment de Chris Avellone ajudaria no desenvolvimento de "Wasteland 2". O veterano da indústria, que agora também trabalha em "Project Eternity", participou de "Fallout 2" e "New Vegas".
Sequência para o jogo de 1988 que inspirou a série "Fallout", "Wasteland 2" se passará em uma realidade alternativa em que a maior parte da humanidade foi varrida da face da Terra por causa de um conflito nuclear. Em um planeta devastado, os Desert Rangers lutam para proteger os poucos sobreviventes da raça de perigos como assustadores mutantes e inescrupulosos bandidos.
Hoje, a proposta já é batida. Na época do "Wasteland" original, porém, ela era inovadora - tanto que o jogo é aclamado por seus fãs como pai dos RPGs pós-apocalípticos.
Desenvolvido por muitas das cabeças que trabalharam no original há mais de duas décadas, "Wasteland 2" apostará na vontade dos jogadores de explorar um mundo complexo que é influenciado diretamente por suas ações. Essa mentalidade clássica também será refletida em sua jogabilidade, que se desenrolará por meio de um sistema de turnos.
Aventura em grupo
Observando o mundo de "Wasteland 2" por cima, fãs deverão tramar estratégias para obter sucesso nos combates com seu grupo de sete personagens - dos quais quatro serão diretamente controláveis. Individualizados, eles poderão caminhar juntos ou avançar espalhados pelos cenários, de acordo com as táticas e os estilos de jogo preferidos de quem os estiver manipulando.
Os quatro personagens controláveis deverão ser criados do zero pelos jogadores. Diferentes atributos, personalidades e aparências garantirão que eles ganhem profundidade no mundo do jogo, reagindo a eventos de acordo com suas próprias crenças e vontades.
Almejando a atenção de fãs de RPGs clássicos, "Wasteland 2" será exclusivo para PC.

Prévia: Splinter Cell: Blacklist


Prévia: Splinter Cell: Blacklist

Em 2010, o lançamento de "Conviction" dividiu os fãs da série "Splinter Cell". Representando o herói Sam Fisher em um formato mais explosivo, o título foi criticado pelos fãs dos episódios anteriores, que sentiram a falta do foco na espionagem. O game deu um maior destaque para a ação em detrimento do estilo furtivo do passado.
Mas 2013 é o ano de "Blacklist" - o jogo que promete agradar não apenas o novo público vindo de "Conviction", mas também os veteranos que buscam cumprir suas missões com o menor número de explosões possível.

TRAILER MOSTRA SAM FISHER EM AÇÃO EM "BLACKLIST"

Dois estilos de jogo
A primeira apresentação de "Blacklist", na E3 2012, pareceu indicar que o título miraria apenas na direção da ação. Atravessando uma base terrorista no Oriente Médio, Fisher demonstrou habilidades atléticas ao assassinar diversos inimigos em rápida sucessão. Logo em sequência, o herói convocou por rádio um bombardeio aéreo que varreu qualquer oposição para fora do campo.

JOGO EM PORTUGUÊS

Assim como "Assassin's Creed III", "Splinter Cell: Blacklist" chegará ao Brasil inteiramente em português - com dublagem e tudo mais. Segundo Bertrant Chaverot, da Ubisoft Brasil, o investimento feito na versão brasileira do título foi pesado. Para ele, isso "virou uma necessidade para todos os [jogos] AAA com história rica e diálogos importantes".
Algumas semanas depois, porém, a Ubisoft divulgou um vídeo da mesma demonstração jogada de uma forma diferente. Utilizando o cenário em seu favor, Fisher chegou ao seu objetivo evitando chamar a atenção de seus inimigos, tirando proveito das técnicas de furtividade pelas quais ele é mais conhecido.
De acordo com a produtora Jade Raymond, essa é a proposta de "Blacklist": oferecer ao jogador opções. Você terá liberdade e capacidade para partir para o combate, eliminando inimigos com um belo arsenal de guerra ou avançar sorrateiramente, passando pelo o jogo como um fantasma.
Como bom espião, Fisher terá um arsenal de ferramentas, mas caberá ao jogador decidir quando - e se- usar cada uma delas. Os óculos sonar, marca registrada de "Splinter Cell", estão de volta.
O herói terá uma nova técnica de concentração que permitirá marcar para execução inimigos mesmo quando estiverem em movimento, evolução do sistema apresentado em "Conviction".
Uma nova força
Após os eventos de "Conviction", a agora corrompida agência de espionagem Third Echelon é marcada para desmantelamento pela presidente dos EUA. Em seu lugar é criado o Fourth Echelon, comandado pelo próprio Sam Fisher, que tem como primeira missão encerrar todas as operações de sua antiga organização. Mas uma nova ameaça está à espreita.

COMANDOS DE VOZ

  • Divulgação
    No Xbox 360, "Blacklist" terá suporte ao acessório Kinect. Durante missões, os jogadores poderão realizar comandos de voz específicos para tentar atrair a atenção de seus inimigos. Os que utilizarem tal função de forma inteligente poderão ter uma vantagem em campo, atraindo os inimigos até armadilhas.
Surge então a 'Blacklist', uma contagem regressiva organizada por diversos terroristas de vários países ao redor do mundo. A cada ponto na contagem, um atentado de escala maior que o anterior é realizado contra os EUA. A missão de Fisher, claro, é descobrir quem está por trás de tal movimento e impedí-lo antes que a contagem chegue a zero.
Sob ordens diretas da presidente, Sam Fisher visitará diversas partes do mundo para pacificar a ameaça terrorista.
Multiplayer favorito
Ao lado de sua campanha, "Blacklist" oferecerá aos fãs da série uma nova versão do aclamado modo multiplayer 'Spies Vs. Mercs', que coloca jogadores no papel de espiões em um embate contra um grupo de mercenários controlados por outros jogadores.
Popularizado em games anteriores da franquia, o modo tem como seu grande destaque as diferenças de estilo de jogo entre as duas facções. Enquanto os espiões são ágeis e utilizam suas habilidades acrobáticas para escapar de seus inimigos, os mercenários aproveitam-se de armamentos pesados para impor sua vontade no campo de batalha.
No Xbox 360, "Splinter Cell: Blacklist" suportará o uso de comandos de voz pelo Kinect. O jogo também terá versões para PlayStation 3 e PC.

Prévia: The Walking Dead: Survival Instinct


Prévia: The Walking Dead: Survival Instinct

Popularizada pela televisão, "The Walking Dead" é uma história em quadrinhos criada pelo americano Robert Kirkman em 2003, agora começa a colecionar adaptações para o mundo dos games. "Survival Instinct" será o primeiro jogo de tiro em primeira pessoa da linha, que terá uma proposta um pouco diferente daquela de seus companheiros de gênero como "Call of Duty".
No papel dos irmãos Daryl e Merle Dixon, os caçadores caipiras da adaptação da franquia para a TV, os jogadores deverão lutar pela sobrevivência em cenários repletos de zumbis - ou "walkers", como os mortos-vivos são chamados na série.
  • Divulgação
    Os lentos, porém brutais mortos-vivos da série aparecerão aos montes no game
Coadjuvantes como protagonistas
Diferente do aclamado adventure da Telltale, que está inserida no mundo dos HQs de "Walking Dead", "Survival Instinct" será inspirado na série de TV. Seus eventos servirão como um prólogo para o seriado, retratando a jornada dos irmãos Daryl e Merle através da Georgia, até Atlanta.
Com seus gênios fortes, os protagonistas serão obrigados a interagir com outros sobreviventes nos campos, e terão a opção de convidar alguns deles para seu grupo. Cada um dos personagens secundários terá suas próprias motivações e habilidades, mas o peso de ter uma boca a mais para alimentar deverá sempre ser levado em consideração.

ESCOLHA DE VEÍCULO

A escolha do veículo usado nas viagens também será um aspecto estratégico importante de "Survival Instinct". Cada um deles terá suas próprias vantagens e desvantagens. Uma picape tem bastante espaço para equipamento e suprimentos, mas pouco para sobreviventes. Um trailer, por outro lado, é bastante espaçoso, mas consome combustivel muito rapidamente.
De acordo com os desenvolvedores do game, a manutenção de suprimentos será um aspecto importante de sua jogabilidade. A maior parte das missões de Daryl envolverá a procura de alimentos ou medicamentos em lojas ou casas abandonadas - o que significa que a brutalidade dos zumbis não será o único obstáculo no caminho dos jogadores até Atlanta.
Ação não tão frenética
Apesar de ser um jogo de tiro em primeira pessoa, "Survival Instinct" não funcionará como um "Call of Duty". Ao invés de sair por aí estourando zumbis por todos os lados, o sucesso no game depende de prosseguir pelos cenários com muito cuidado, atirando apenas quando não existirem alternativas.
Os zumbis de "Walking Dead" serão atraídos pelo alto som do disparo de uma pistola - o que tornará o uso indiscriminado de armas de fogo um pedido de morte. Jogadores inteligentes optarão por avançar derrotando inimigos silenciosamente com armas brancas, ou então evitando-os completamente.
Apesar de ser focado em uma dupla de personagens, "Survival Instinct" não terá um modo cooperativo. Falando ao site IGN, Glenn Gamble, um dos desenvolvedores do jogo, afirmou que a opção pela não inclusão de multiplayer no game foi feita porque "é mais fácil contar uma boa história em um modo para apenas um jogador". Ao que parece, ao lado da sobrevivência, a narrativa forte será um dos focos do título.
"The Walking Dead: Survival Instinct" sairá para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.
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