quinta-feira, 15 de novembro de 2012

"Tekken Tag Tournament 2"


"Tekken Tag Tournament 2" recebe sete novos personagens

A lista de lutadores de "Tekken Tag Tournament 2", que já não era pequena, aumentou. A Namco Bandai adicionou mais sete personagens jogáveis ao game de pancadaria.
Disponíveis por downlaod, os novos lutadores não tem nenhum custo adicional para o jogador.
As novas opções dos jogadores são Dr. Bosconovitch, Unknown, Violet, Ancient Ogre, Angel, Michelle Chang e Kunimitsu. Vale mencionar, os quatro últimos foram oferecidos como brindes para quem fez a compra antecipada do game.
"Tekken Tag Tournament 2" é sequência do título originalmente criado para fliperamas, com uma versão para PlayStation 2 lançada em 2000. A mecânica do novo game deve ser bem próxima a de seu antecessor, que permite ao jogador controlar uma dupla de lutadores alternadamente e trocá-los a qualquer momento da partida.Briga em dose dupla
Repleto de lutadores clássicos, o game terá o retorno de ícones da franquia como Jin Kazama, Jinpachi Mishima, Asuka Kazama, Marshall Law, Miguel e Heihachi Mishima.
Este último, aliás, retorna à trama de "Tekken Tag Tournament 2" em uma forma mais jovem que a vista em "Tekken 6". Já seu pai, Jinpachi Mishima, terá um visual aproximado ao de sua aparição na quinta edição do jogo.
"Tekken Tag Tournament 2" já está disponível para PS3 e Xbox 360. A versão para Wii U sai em 18/11.

VEJA A VIDEOANÁLISE DE "TEKKEN TAG TOURNAMENT 2"

Tutorial em vídeo da Konami


Tutorial em vídeo da Konami ensina a dar chapéu no "PES 2013"; veja

Algumas das principais novidades de "Pro Evolution Soccer 2013" foram a inclusão de novos dribles e ajustes nos controles para tornar fintas antigas mais práticas.
Para ajudar os fãs da série a aprenderem os comandos, a produtora Konami iniciou uma série de tutoriais em vídeo.
O primeiro mostra como aplicar os diversos tipos de chapéus em "PES 2013".
Confira o vídeo completo abaixo e depois deixe seu comentário sobre o game no espaço logo ao final da reportagem.
Renovação nos controles
A Konami afirma que "Pro Evolution Soccer 2013" foi construído a partir de três pilares principais: um novo sistema de controles e física, a individualidade dos jogadores e uma nova inteligência artificial.
Outro exemplo citado é uma "volta às raízes", que foi concretizada na forma de controle total sobre jogadores e domínio da bola. Outra grande novidade para o público nacional é a presença dos 20 times da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro, assim como os estádios do Morumbi e Vila Belmiro.
"Pro Evolution Soccer 2013" tem versões para PC, PlayStation 3,Xbox 360, Nintendo 3DS, PSP, PS2 e Wii. No Brasil, a narração do jogo continua à cargo de Silvio Luiz e Mauro Beting.

ASSISTA A VIDEOANÁLISE DE "PRO EVOLUTION SOCCER 2013"

Livro de "God of War"


Livro de "God of War" chegará ao Brasil em 23 de novembro


  • "God of War" detalha os eventos do primeiro jogo de Kratos
    "God of War" detalha os eventos do primeiro jogo de Kratos
A Editora Leya vai publicar no Brasil o livro "God of War", baseado no primeiro jogo da popular série de ação. Com 384 páginas e preço sugerido de R$ 29,90, o livro chegará ao país em 23 de novembro.
O romance escrito por Matthew Stover e Robert E. Vanderman, conta a história de Kratos, detalhando os eventos vistos no primeiro "God of War", desde o passado do guerreiro espartano até sua luta contra Ares, o Deus da Guerra.
Além do romance "God of War" e é claro, dos games, Kratos já estrelou uma minissérie em quadrinhos, do selo Wildstorm, publicada no Brasil pela editora Panini.
"Ascencion" também é o primeiro jogo da franquia "God of War" com uma modalidade multiplayer.Diferente do que se esperava, "God of War: Ascension" não será uma continuação direta de "God of War III", mas uma "prequel" contando a história de como Kratos se tornou servo de Ares, antigo deus da guerra na franquia.
Exclusivo para PlayStation 3, "God of War: Ascension" chegará às lojas em 12 de março de 2013.

UOL JOGOS TESTOU "GOD OF WAR: ASCENSION" NO BGS

Divisão de jogos da Sony


Divisão de jogos da Sony arrecadou US$ 29 milhões no 3º trimestre de 2012


  • Sony espera vender 16 milhões de PlayStation 3 e Playstation 2 até março de 2013
    Sony espera vender 16 milhões de PlayStation 3 e Playstation 2 até março de 2013
Em seu relatório fiscal mais recente, a Sony revelou que a divisão de games arrecadou 2,3 bilhões de ienes (US$ 29 milhões) no segundo trimestre do atual ano fiscal, entre julho e setembro.
De acordo com o documento, esse valor foi menor na comparação com o período anterior, onde os ganhos foram de 3 bilhões de ienes (US$ 37 milhões).
A compra de consoles também diminuiu no terceiro trimestre de 2012. Somados, 3,5 milhões de PlayStation 2 e PlayStation 3 foram vendidos (contra 4,9 milhões do mesmo período de 2011). A Sony espera vender 16 milhões de consoles no atual ano fiscal, que vai até março de 2013.
Já o número de venda dos portáteis, considerando PlayStation Vita e PSP, ficou em 1,6 milhões de unidades. Isso fez a Sony diminuir a projeção de saída dos videogames no fim do ano, passando de 16 milhões para 10 milhões de unidades.
As vendas de jogos mudam o panorama. No trimestre que encerrou em 30 de setembro as saídas de games para PlayStation 2 e PlayStation 3 foram de 41,4 milhões de unidades (40,2 milhões no mesmo período em 2011), enquanto no PSP e no PlayStation Vita o número foi de 8,7 milhões de unidades (8,2 milhões no ano anterior).
No geral, a Sony teve prejuízo de 15,5 bilhões de ienes (US$ 193 milhões) no terceiro trimestre. 

Prévia: Wasteland 2


Prévia: Wasteland 2

Esquecidos pelas grandes produtoras, certos gêneros 'antiquados' estão retornando aos games, com a ajuda dos fãs. Através de campanhas em sites como o Kickstarter, os estúdios descobriram que certos públicos estão dispostos a financiar o desenvolvimento de games que não seriam apostas fáceis das líderes do mercado.
Ao lado de "Double Fine Adventure", "Project Eterinity" e "Shadowrun Returns", "Wasteland 2" é um dos projetos que nasceram diretamente dos bolsos de seus fãs, carentes de ofertas em seu estilo.
  • Divulgação
    "Wasteland 2" retratará um mundo em pedaços, destruído por um conflito nuclear
Após o fim do mundo

APOIO DE QUEM ENTENDE

  • Divulgação
    Por ter recebido dos fãs em sua campanha no Kickstarter mais de US$ 2 milhões, a inXile anunciou que a Obsidian Entertainment de Chris Avellone ajudaria no desenvolvimento de "Wasteland 2". O veterano da indústria, que agora também trabalha em "Project Eternity", participou de "Fallout 2" e "New Vegas".
Sequência para o jogo de 1988 que inspirou a série "Fallout", "Wasteland 2" se passará em uma realidade alternativa em que a maior parte da humanidade foi varrida da face da Terra por causa de um conflito nuclear. Em um planeta devastado, os Desert Rangers lutam para proteger os poucos sobreviventes da raça de perigos como assustadores mutantes e inescrupulosos bandidos.
Hoje, a proposta já é batida. Na época do "Wasteland" original, porém, ela era inovadora - tanto que o jogo é aclamado por seus fãs como pai dos RPGs pós-apocalípticos.
Desenvolvido por muitas das cabeças que trabalharam no original há mais de duas décadas, "Wasteland 2" apostará na vontade dos jogadores de explorar um mundo complexo que é influenciado diretamente por suas ações. Essa mentalidade clássica também será refletida em sua jogabilidade, que se desenrolará por meio de um sistema de turnos.
Aventura em grupo
Observando o mundo de "Wasteland 2" por cima, fãs deverão tramar estratégias para obter sucesso nos combates com seu grupo de sete personagens - dos quais quatro serão diretamente controláveis. Individualizados, eles poderão caminhar juntos ou avançar espalhados pelos cenários, de acordo com as táticas e os estilos de jogo preferidos de quem os estiver manipulando.
Os quatro personagens controláveis deverão ser criados do zero pelos jogadores. Diferentes atributos, personalidades e aparências garantirão que eles ganhem profundidade no mundo do jogo, reagindo a eventos de acordo com suas próprias crenças e vontades.
Almejando a atenção de fãs de RPGs clássicos, "Wasteland 2" será exclusivo para PC.

Prévia: Splinter Cell: Blacklist


Prévia: Splinter Cell: Blacklist

Em 2010, o lançamento de "Conviction" dividiu os fãs da série "Splinter Cell". Representando o herói Sam Fisher em um formato mais explosivo, o título foi criticado pelos fãs dos episódios anteriores, que sentiram a falta do foco na espionagem. O game deu um maior destaque para a ação em detrimento do estilo furtivo do passado.
Mas 2013 é o ano de "Blacklist" - o jogo que promete agradar não apenas o novo público vindo de "Conviction", mas também os veteranos que buscam cumprir suas missões com o menor número de explosões possível.

TRAILER MOSTRA SAM FISHER EM AÇÃO EM "BLACKLIST"

Dois estilos de jogo
A primeira apresentação de "Blacklist", na E3 2012, pareceu indicar que o título miraria apenas na direção da ação. Atravessando uma base terrorista no Oriente Médio, Fisher demonstrou habilidades atléticas ao assassinar diversos inimigos em rápida sucessão. Logo em sequência, o herói convocou por rádio um bombardeio aéreo que varreu qualquer oposição para fora do campo.

JOGO EM PORTUGUÊS

Assim como "Assassin's Creed III", "Splinter Cell: Blacklist" chegará ao Brasil inteiramente em português - com dublagem e tudo mais. Segundo Bertrant Chaverot, da Ubisoft Brasil, o investimento feito na versão brasileira do título foi pesado. Para ele, isso "virou uma necessidade para todos os [jogos] AAA com história rica e diálogos importantes".
Algumas semanas depois, porém, a Ubisoft divulgou um vídeo da mesma demonstração jogada de uma forma diferente. Utilizando o cenário em seu favor, Fisher chegou ao seu objetivo evitando chamar a atenção de seus inimigos, tirando proveito das técnicas de furtividade pelas quais ele é mais conhecido.
De acordo com a produtora Jade Raymond, essa é a proposta de "Blacklist": oferecer ao jogador opções. Você terá liberdade e capacidade para partir para o combate, eliminando inimigos com um belo arsenal de guerra ou avançar sorrateiramente, passando pelo o jogo como um fantasma.
Como bom espião, Fisher terá um arsenal de ferramentas, mas caberá ao jogador decidir quando - e se- usar cada uma delas. Os óculos sonar, marca registrada de "Splinter Cell", estão de volta.
O herói terá uma nova técnica de concentração que permitirá marcar para execução inimigos mesmo quando estiverem em movimento, evolução do sistema apresentado em "Conviction".
Uma nova força
Após os eventos de "Conviction", a agora corrompida agência de espionagem Third Echelon é marcada para desmantelamento pela presidente dos EUA. Em seu lugar é criado o Fourth Echelon, comandado pelo próprio Sam Fisher, que tem como primeira missão encerrar todas as operações de sua antiga organização. Mas uma nova ameaça está à espreita.

COMANDOS DE VOZ

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    No Xbox 360, "Blacklist" terá suporte ao acessório Kinect. Durante missões, os jogadores poderão realizar comandos de voz específicos para tentar atrair a atenção de seus inimigos. Os que utilizarem tal função de forma inteligente poderão ter uma vantagem em campo, atraindo os inimigos até armadilhas.
Surge então a 'Blacklist', uma contagem regressiva organizada por diversos terroristas de vários países ao redor do mundo. A cada ponto na contagem, um atentado de escala maior que o anterior é realizado contra os EUA. A missão de Fisher, claro, é descobrir quem está por trás de tal movimento e impedí-lo antes que a contagem chegue a zero.
Sob ordens diretas da presidente, Sam Fisher visitará diversas partes do mundo para pacificar a ameaça terrorista.
Multiplayer favorito
Ao lado de sua campanha, "Blacklist" oferecerá aos fãs da série uma nova versão do aclamado modo multiplayer 'Spies Vs. Mercs', que coloca jogadores no papel de espiões em um embate contra um grupo de mercenários controlados por outros jogadores.
Popularizado em games anteriores da franquia, o modo tem como seu grande destaque as diferenças de estilo de jogo entre as duas facções. Enquanto os espiões são ágeis e utilizam suas habilidades acrobáticas para escapar de seus inimigos, os mercenários aproveitam-se de armamentos pesados para impor sua vontade no campo de batalha.
No Xbox 360, "Splinter Cell: Blacklist" suportará o uso de comandos de voz pelo Kinect. O jogo também terá versões para PlayStation 3 e PC.

Prévia: The Walking Dead: Survival Instinct


Prévia: The Walking Dead: Survival Instinct

Popularizada pela televisão, "The Walking Dead" é uma história em quadrinhos criada pelo americano Robert Kirkman em 2003, agora começa a colecionar adaptações para o mundo dos games. "Survival Instinct" será o primeiro jogo de tiro em primeira pessoa da linha, que terá uma proposta um pouco diferente daquela de seus companheiros de gênero como "Call of Duty".
No papel dos irmãos Daryl e Merle Dixon, os caçadores caipiras da adaptação da franquia para a TV, os jogadores deverão lutar pela sobrevivência em cenários repletos de zumbis - ou "walkers", como os mortos-vivos são chamados na série.
  • Divulgação
    Os lentos, porém brutais mortos-vivos da série aparecerão aos montes no game
Coadjuvantes como protagonistas
Diferente do aclamado adventure da Telltale, que está inserida no mundo dos HQs de "Walking Dead", "Survival Instinct" será inspirado na série de TV. Seus eventos servirão como um prólogo para o seriado, retratando a jornada dos irmãos Daryl e Merle através da Georgia, até Atlanta.
Com seus gênios fortes, os protagonistas serão obrigados a interagir com outros sobreviventes nos campos, e terão a opção de convidar alguns deles para seu grupo. Cada um dos personagens secundários terá suas próprias motivações e habilidades, mas o peso de ter uma boca a mais para alimentar deverá sempre ser levado em consideração.

ESCOLHA DE VEÍCULO

A escolha do veículo usado nas viagens também será um aspecto estratégico importante de "Survival Instinct". Cada um deles terá suas próprias vantagens e desvantagens. Uma picape tem bastante espaço para equipamento e suprimentos, mas pouco para sobreviventes. Um trailer, por outro lado, é bastante espaçoso, mas consome combustivel muito rapidamente.
De acordo com os desenvolvedores do game, a manutenção de suprimentos será um aspecto importante de sua jogabilidade. A maior parte das missões de Daryl envolverá a procura de alimentos ou medicamentos em lojas ou casas abandonadas - o que significa que a brutalidade dos zumbis não será o único obstáculo no caminho dos jogadores até Atlanta.
Ação não tão frenética
Apesar de ser um jogo de tiro em primeira pessoa, "Survival Instinct" não funcionará como um "Call of Duty". Ao invés de sair por aí estourando zumbis por todos os lados, o sucesso no game depende de prosseguir pelos cenários com muito cuidado, atirando apenas quando não existirem alternativas.
Os zumbis de "Walking Dead" serão atraídos pelo alto som do disparo de uma pistola - o que tornará o uso indiscriminado de armas de fogo um pedido de morte. Jogadores inteligentes optarão por avançar derrotando inimigos silenciosamente com armas brancas, ou então evitando-os completamente.
Apesar de ser focado em uma dupla de personagens, "Survival Instinct" não terá um modo cooperativo. Falando ao site IGN, Glenn Gamble, um dos desenvolvedores do jogo, afirmou que a opção pela não inclusão de multiplayer no game foi feita porque "é mais fácil contar uma boa história em um modo para apenas um jogador". Ao que parece, ao lado da sobrevivência, a narrativa forte será um dos focos do título.
"The Walking Dead: Survival Instinct" sairá para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.
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Prévia: Amnesia: A Machine for Pigs


Prévia: Amnesia: A Machine for Pigs

Poucos jogos dos últimos anos renderam tantos sustos quanto "Amnesia: The Dark Descent". Desenvolvido pelo estúdio independente sueco Frictional Games, tornou-se um sucesso por explorar o gênero horror não apenas com sustos baratos, mas também com uma atmosfera envolvente e opressora.
"A Machine for Pigs", novo título da série, busca ser mais assustador que o predecessor - e parece que o objetivo será alcançado. Em resposta por e-mail a um fã, Thomas Grip, da Frictional, afirmou: "Talvez o jogo faça você não ter mais coragem de ligar seu computador".
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    Game de horror quer assustar muito - e quem sabe até traumatizar jogadores
Uma máquina assustadora
"A Machine for Pigs" será uma sequência indireta para "The Dark Descent". Apesar do novo jogo existir no mesmo mundo do anterior, suas tramas ocorrem em tempos e lugares distintos. Tudo gira em torno de Oswald Mandus, um poderoso dono de indústrias do final do século XIX.
Afetado por uma misteriosa febre após uma expedição ao México, Mandus fica em coma por meses. Durante o sono ele tem constantes pesadelos girando em torno de uma estranha máquina negra. Ao acordar, o personagem não se lembra de nada e escuta os rangidos de um motor, seguidos dos sons de uma máquina sendo ligada.

QUERIDA AMNÉSIA

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    Para desenvolver "A Machine for Pigs", a Frictional Games pela primeira vez em sua história pediu a ajuda de um estúdio externo. Os membros do thechineseroom, responsáveis pelo diferenciado "Dear Esther", aceitaram o convite para produzir o novo "Amnesia" ao lado de seus colegas suecos.
Apesar de ter seu foco em Oswald Mandus, "A Machine for Pigs" apresentará diversos contos do passado. O time de desenvolvimento avisa, porém, que alguns deles podem ser apenas fabricações das mentes dos perturbados personagens que habitam o mundo do game.
Novo, porém familiar
Os produtores de "A Machine for Pigs" pretendem criar um jogo capaz de surpreender e desafiar os fãs de "The Dark Descent", mas que também os faça sentirem-se em casa. Assim, novos aspectos de jogabilidade foram acrescentados e alguns antigos removidos, enquanto a perspectiva em primeira pessoa que serviu como base para o primeiro jogo da série foi mantida.
Para que os fãs da franquia não abusem de sua experiência com "The Dark Descent" para se dar bem no novo game, o time de desenvolvimento fez alterações no código da inteligência artificial dos monstros para que eles comportem-se de maneiras surpreendentes.
Outra diferença bem visível é a substituição dos corredores fechados por cenários mais abertos e passíveis de exploração.
Com a promessa de ser um dos mais assustadores jogos de todos os tempos, "Amnesia: A Machine for Pigs" sairá apenas para PC.

Prévia: Hawken


Prévia: Hawken

Um vídeo. Foi o que bastou para que o time da Adhesive Games chamasse a atenção de jogadores, produtoras e investidores para seu projeto de game multiplayer online "Hawken".
Sua proposta é simples de descrever, mas difícil de tirar do papel: reavivar o gênero de jogos de combate entre mechs, aliando gráficos impressionantes, partidas frenéticas ao estilo "Call of Duty" e um esquema de acesso gratuito como o de "League of Legends".

COM UM TRAILER, "HAWKEN" CONQUISTOU ADMIRADORES

Experiência imersiva
Historicamente, jogos de mechs costumam retratar as enormes armas de guerra como pesados gigantes - extremamente poderosos, porém lentos e desajeitados. "Hawken" quer mudar esse cenário. Os veículos controlados pelos jogadores são mais ágeis e versáteis, e, equipados com jetpacks, são também capazes de explorar os campos de batalha verticalmente.

REALIDADE VIRTUAL

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    "Hawken" terá suporte ao óculos de realidade virtual Rift. Com ele, você poderá mover a cabeça para observar o cenário de dentro da cabine do mech durante o jogo.
Mesmo quebrando paradigmas do gênero, "Hawken" ainda quer dar ao jogador a impressão de que ele está no poder de uma verdadeira máquina da morte. É o que explicou o diretor criativo Khang Le à revista britânica Edge. Para ele, a câmera posicionada como a visão do cockpit do mech coloca o fã no papel do piloto.
E ao observar as partidas, você percebe que ser o piloto de um mech é diferente de ser o próprio robô assassino. A cabine, localizada na cabeça da máquina, chacoalha e vibra de forma separada do resto do corpo durante os combates frenéticos. Batalhas em outros games de tiro parecem tranquilas como passeios no parque perto do frenesi destrutivo de "Hawken".
Em teoria, a tendência dos combates de "Hawken", protagonizados pelas igualmente ágeis e poderosas máquinas descritas acima, seria o caos. De acordo com seus desenvolvedores, porém, estratégia é o foco das batalhas. Isso porque "Hawken" não é "Call of Duty" - um encontro com o inimigo não é uma situação que obrigatoriamente resulta em corpos no chão. Resistentes, os mechs são capazes de aguentar vários disparos, de forma que escapar de um enfrentamento torna-se uma opção viável - o que faz do trabalho em equipe e táticas de matilha altamente medidas altamente recomendáveis.

TRUQUES PARA OS OLHOS

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    Segundo Khan Le, diretor criativo de "Hawken", seu jogo não é bonito por causa da contagem de polígonos. "Usamos muitos truques para enganar os olhos. Visamos a cena completa, como se estivessemos fazendo um filme. É a impressão geral que importa; a atmosfera e a iluminação. Estamos nos focando nisso, porque não temos pessoal suficiente para fazer algo como um hidrante perfeito", disse em entrevista à revista Edge.
Desenvolvido com o apoio financeiro do mesmo fundo de investimentos que há alguns anos apostou na Riot Games com "League of Legends", "Hawken" seguirá o modelo de jogabilidade gratuita que tornou este outro game de PC um sucesso. Caso queiram, fãs poderão personalizar seus mechs com diversos itens cosméticos comprados com dinheiro real.
No site oficial do game, porém, seu time de desenvolvimento garante que usuários pagantes não terão vantagens nos embates. "Na maior parte dos casos, melhorias de defesas e armas que puderem ser compradas também poderão ser obtidas normalmente pelo jogo", diz um representante da Adhesive Games em um esclarecimento.
Sem precisar colocar a mão no bolso, fãs também poderão personalizar seus mechs de acordo com seu estilo preferido de jogo. Eles se encaixarão em três categorias (leve, médio e pesado), e poderão utilizar os mais diversos tipos de armas, desde foguetes e metralhadoras até poderosos rifles de longo alcance.
Tiroteios pós-apocalípticos
O cenário de "Hawken" é um distante planeta colonizado esvaído de recursos naturais, onde humanos divididos em facções lutam pela própria sobrevivência. Em seu lançamento, o jogo terá pelo menos sete mapas distintos, incluindo as ruínas de uma cidade devastada e um deserto.
Apesar da preferência dos produtores pela imersão, a Adhesive sabe que nem todos os jogadores se adaptarão à cabine chacoalhante dos mechs, por isso, "Hawken" poderá ter opções para jogar com uma câmera mais estável ou ainda mais, com a visão de fora do robô gigante.
"Hawken" é exclusivo para PC.

Por R$ 200, "Call of Duty


Por R$ 200, "Call of Duty: Black Ops II" chega ao Brasil com dublagem em português

Um dos jogos mais esperados do ano finalmente chegou às lojas: a noite desta última terça-feira (13) foi marcada pelo lançamento de "Call of Duty: Black Ops II".
Chegaram ao Brasil as versões de PlayStation 3 e Xbox 360, ao preço sugerido de R$ 199, que trazem como principal novidade o trabalho de localização, com legendas e dublagem em português brasileiro.
Cerca de 49 lojas pelo país fizeram eventos para celebrar a chegada do jogo. Em São Paulo, uma livraria abrigou uma coletiva conduzida por representantes da Activision e Carlos Seidl, dublador conhecido por fazer a voz do Seu Madruga, do seriado "Chaves, que dá vida às falas de um dos personagens do game de tiro.
Além da edição convencional, "Call of Duty: Black Ops II" conta com dois pacotes especiais no Brasil. O Hardened Edition custa R$ 450 e inclui o game em embalagem metálica, artes especiais, duas moedas Challenge, que servem como chaves para liberar conteúdo digital exclusivo - como a trilha sonora do jogo, fundos de tela e, principalmente, dois mapas bônus para o multiplayer: Nuketown 2025 e Nuketown Zombies.
Já a versão Pro Edition sai por R$ 500 e traz, além do jogo, claro, um headset Turtle Beach Call of Duty Black Ops II Ear Force Kilo, duas Moedas Desafio para coleção, acesso aos mapas Nuketown 2025 e Nuketown Zombies, a trilha sonora do game e a arma Camo.
Nada foi dito ainda sobre a previsão de lançamento das versões para PC e Wii U de "Call of Duty: Black Ops II" no Brasil, mas sabe-se já que elas não contarão com a dublagem em português - somente as versões para PS3 e X360 terão tal conteúdo.
Em 2011, o game "Call of Duty: Modern Warfare 3" consagrou-se como o maior lançamento de todos os tempos neste segmento de mercado, arrecadando cerca de US$ 400 milhões e superando os US$ 380 milhões faturados pelo fime "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2" no território norte-americano.Ano após ano, a franquia "Call of Duty" tem se consagrado como um dos produtos de maior sucesso da indústria do entretenimento.
Apenas 16 dias, o mesmo jogo conseguiu faturar mais de US$ 1 bilhão - um dia a menos do que o sucesso cinematográfico "Avatar" precisou para alcançar essa cifra nas bilheterias.
A expectativa é que "Black Ops II" siga caminho parecido. Ainda que números de vendas tenham sido divulgados no Brasil, o game já é o mais adquirido em pré-vendas na loja online Amazon e também na rede de lojas especializadas Gamestop.

Por R$ 80, "StarCraft II


Por R$ 80, "StarCraft II: Heart of the Swarm" sai em 12 de março de 2013

"Heart of the Swarm", primeira expansão do popular jogo de estratégia "StarCraft II" sai em 12 de março de 2013. No Brasil, a versão digital será vendida por R$ 79,90, enquanto o jogo em disco tem preço sugerido de R$ 99,90.
Também foram anunciadas edições de colecionador de "Heart of the Swarm", em caixinha e via download.
A edição de colecionador estará disponível em quantidade limitada em algumas lojas, com vários extras e conteúdo exclusivo para o jogo, por R$ 349,90. Já a edição Digital Deluxe, distribuida por download, inclui todos os extras digitais e sai por R$ 119,90.
Ambas as edições de "StarCraft II: Heart of the Swarm" já estão em pré-venda no site oficial.
A expansão inclui uma nova campanha, focada nos Zergs e em sua líder, Sarah Kerrigan, a Rainha das Lâminas. Também traz novos sistemas e unidades inéditas para o modo multiplayer.
A Blizzard informou que no Brasil, não haverá limite de tempo para jogar "Heart of the Swarm", como aconteceu no lançamento de "Wings of Liberty". O jogo virá com opções de idioma em inglês e português.
Para jogar, é preciso ter instalado o game "StarCraft II: Wings of Liberty". É possível adquirir ambos os jogos em um pacote promocional vendido por R$ 119,90 no site oficial.
PREÇOS DE "STARCRAFT II: HEART OF THE SWARM"
StarCraft II: Heart of the Swarm (digital)R$ 79,90
StarCraft II: Heart of the Swarm (disco)R$ 99,90
Edição de ColecionadorR$ 349,90
Edição Digital DeluxeR$ 119,90
Upgrade digital de "Heart of the Swarm" para DeluxeR$ 40,00
Pacote "Wings of Liberty" e "Heart of the Swarm"R$ 119,90
Controlar Kerrigan dará ao game um tom mais próximo dos jogos de ação e RPG, mas sem perder de vista a estratégia - elementos como microgerenciamento das bases e de recursos permanecerão no novo game."StarCraft II: Heart of the Swarm" mostrará a história dos Zergs, com foco em Sarah Kerrigan, líder do grupo conhecida como Rainha das Lâminas.
As missões de "StarCraft II: Heart of the Swarm" serão bem variadas, e incluirão lidar com criaturas rebeldes e liderar um legítimo "Zerg Rush" com centenas de criaturas devastando a base inimiga.
Já no multiplayer o game dará novas unidades não apenas para os Zergs, mas também para Terranos e Protoss. Unidades antigas também foram revistas para se tornarem mais eficientes e divertidas.
"StarCraft II" e suas expansões são exclusivos para PC e Mac.

VEJA TRAILER DE "STARCRAFT II: HEART OF THE SWARM"

Filme de "Assassin's Creed"


Filme de "Assassin's Creed" sai em 2013

O longa-metragem baseado em "Assassin's Creed" chegará ao cinema em 2013. A informação foi revelada por Geoffrey Sardin, chefede vendas e marketing da Ubisoft, em entrevista ao site Games Industry International.
O filme de "Assassin's Creed" é uma produção da Ubisoft, em parceria com a New Regency. A Ubi detêm o controle de 'elementos chave' da trama e da  direção criativa do longa-metragem.
"Assassin's Creed" será estrelado por Michael Fassbender, o Magneto de "X-Men: Primeira Classe". Experiente, Fassbender interpretou papéis de destaque em outros filmes, como "Prometheus" e "Bastardos Inglórios".
O game utilizará o motor gráfico AnvilNext, nova versão da engine que estreou no primeiro "Assassin's Creed", em 2007. No primeiro trailer divulgado é possível ver Connor utilizando os tradicionais movimentos de parkour que se tornaram marca registrada da série, mas entre galhos e troncos de árvores - ambientes mais orgânicos e irregulares do que as muitas cidades vistas nos títulos anteriores.Em produção há mais de três anos e próximo game da série,"Assassin's Creed III" acontece durante a Revolução Americana, no final do século XVIII, e é estrelado por um novo assassino chamado Ratohnhaké:ton, que também atende pela alcunha de Connor.
Já disponível para PS3 e Xbox 360, "Assassin's Creed III" sai em 18/11 para Wii U e chegará ao PC em 20 de novembro.

VEJA O TRAILER LEGENDADO DE "ASSASSIN"S CREED III"

Por R$ 180, "Hitman Absolution"


Por R$ 180, "Hitman Absolution" chegará ao Brasil em 20 de novembro

Próxima aventura do Assassino 47,"Hitman Absolution" chegará ao Brasil no dia 20 de novembro, terça-feira, mesma data do lançamento mundial.
Com versões para PlayStation 3 e Xbox 360, o game tem preço sugerido de R$ 179,90. No PC, o jogo poderá ser adquirido via download pelo Steam, por R$ 84,99.
O jogo está em pré-venda no Brasil. Quem fizer a compra antecipada receberá o minigame "Sniper Challenge" e também alguns extras como roupas e armas para o Assassino 47.
"Pela primeira vez estamos levando Agent 47 a uma jornada pessoal que nos permitirá explorar outras partes da fantasia de 'Hitman'. Essa experiência será significativa e mostrará algo que nosso assassino irá experimentar como nunca neste novo mundo", disse Tore Blystad, diretor do jogo."Hitman: Absolution" marca o retorno do Agente 47. O assassino embarca em um novo confronto após ser traído por aqueles nos quais confiava, colocando-o em uma luta contra a polícia - tudo isso em um mundo corrupto e bagunçado.
"Hitman: Absolution" chega em 20 de novembro para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.

ASSISTA AO TRAILER DE "HITMAN ABSOLUTION"

Consoles atuais são perfeitos para "GTA V"


Consoles atuais são perfeitos para "GTA V", diz Rockstar

Se alguns jogadores questionam o lançamento de "Grand Theft Auto V" na atual geração de consoles, Dan Houser, cofundador da Rockstar, tem a resposta: eles são perfeitos para o jogo.
"A Rockstar é uma empresa de conteúdo, não de hardware. O fato desses consoles estarem maduros agora é exatamente o motivo de decidirmos seguir para o próximo nível", explicou Houser à revista Famitsu.
O cofundador da Rockstar também disse que "Grand Theft Auto IV" foi a primeira aposta da empresa no desenvolvimento de visuais em alta definição, o que, em parte, foi "seriamente complicado". Como agora a empresa compreende a tecnologia dos consoles, pode aproveitar isso melhor.
"'GTA: San Andreas' foi lançado no ápice do ciclo de vida do PlayStation 2, e graças a isso pudemos lançar um jogo realmente bom. Todos os melhores games de um console são lançados no final de seu ciclo de vida, certo? Então agora é o melhor período", concluiu Houser.
O game terá três protagonistas: Michael, um gangster aposentado vindo da costa leste dos EUA; Trevor, um criminoso de carreira e Franklin, o mais jovem, capanga de um revendedor de carros de luxo.Revelado no dia 2 de novembro de 2011, "Grand Theft Auto V" promete aventuras em Los Santos, versão de Los Angeles conhecida dos jogadores de "GTA: San Andreas" e nos arredores da cidade.
A cidade fictícia de Los Santos, palco do jogo, será maior do que os mundos de jogo de "Red Dead Redemption", "GTA: San Andreas" e "Grand Theft Auto IV" combinados. O cenário inclui desde áreas urbanas movimentadas até praias, montanhas, uma base militar, subúrbios e interiores de casas. Um detalhe curioso: será possível mergulhar e explorar o fundo do mar, na costa de Los Santos.
"Grand Theft Auto V" sai até junho de 2013 para PS3 e Xbox 360.

NOVO TRAILER DE "GRAND THEFT AUTO V"; LEGENDADO

Testamos: "PlanetSide 2"


Testamos: "PlanetSide 2" oferece combates aéreos e terrestres em grande mapa aberto


‘PlanetSide 2’ é um jogo de tiro em primeira pessoa que oferece combates em uma escala nunca vista”. Para alguns a frase usada pela Sony Online Entertainment para descrever o jogo pode soar exagerada, mas é exatamente isso que a empresa propõe para o game.
Em “PlanetSide 2” não há mapas e modos de jogo: todos são lançados em uma grande área em que é preciso avançar com a sua facção (há três para escolher), conquistar espaços para obter recursos destinados às batalhas e defendê-los em seguida.
O confronto não se limita apenas aos soldados. Os ceús servem de palco para a exibição das habilidades dos pilotos de diferentes naves, enquanto em solo é possível ver furgões e motocicletas levantando poeira - e sim, você deve prestar atenção em tudo isso para sobreviver.
Dominar cada uma dessas máquinas leva tempo, em especial as naves, pois nelas você deve se preocupar com a sua altura ao mesmo tempo em que desvia de tiros e, em certos casos, ataca os oponentes.
Ainda sobre os veículos, alguns carregam apenas o piloto, enquanto outros possuem espaços que são ocupados por mais pessoas que queiram ajudar no ataque (controlando as armas disponíveis) ou apenas pegar carona, então é bom pensar na sua escolha.
Os terrenos de “PlanetSide 2” são bem variados e apresentam elementos a serem explorados pelo jogador, como rochas, montanhas, vales e por aí vai. Para saber como aproveitar cada um é preciso observar a classe que você está controlando.
O game conta com seis opções: Combat Medic, Light Assault, Heavy Assault, Engineer, Infiltrator e Max. Com exceção da Max, ativada em um veículo chamado Sunderer, é possível trocar livremente para as outras ao morrer ou em locais específicos.
A evolução delas é independente e é possível melhorar cada uma com Certification Points, pontos adquiridos ao realizar ações variadas no campo de batalha. Sendo assim, é bom selecionar duas ou três classes e focar nas melhorias para elas no início, pois os pontos investidos não podem ser recuperados.
Os pontos também servem para melhorar as armas usadas pelos personagens, adicionando recursos como miras e outros. A parte de personalização também inclui variações visuais para os combatentes, mas essa opção estava desativada.
Como qualquer jogo em fase de teste, “PlanetSide 2” tem falhas. Durante o período foi possível perceber algumas, como a habilidade de recuperação de energia do Medic, que ora dá experiência para o personagem, ora não.
Também ocorreram quedas e congelamentos em algumas partidas. O preço por isso? O personagem é enviado novamente para a base da sua facção, e precisa percorrer todo o caminho para retornar ao local da ação ou torcer para existir a possibilidade de se teleportar para uma área próxima de onde estava.
Outro problema de um mapa grande é que em muitas áreas você vai se sentir num verdadeiro deserto: nenhum avião rasgando o céu, muito menos parceiro para dar cobertura ou inimigo para deixar as coisas menos monótonas. Se essa lotação melhorar após o lançamento, aí sim teremos “combates em uma escala nunca vista”.
Gratuito e exclusivo para PC, “PlanetSide 2” será lançado em 20 de novembro.

REQUISITOS DE SISTEMA PARA "PLANETSIDE 2"

ItemMínimoRecomendado
Sistema operacionalWindows XPWindows 7
ProcessadorCore 2 Duo E6850 ou Phenom II X2Intel i5, Phenom II X6 ou superior
Memória4GB8GB
Placa de vídeoGeForce 8600 ou Radeon 4850GeForce 500, Radeon HD 6870 ou superior
Espaço em disco15GB15GB
SomCompatível com DirectXCompatível com DirectX

A MORTE NÃO É DESCULPA EM "PLANETSIDE 2"